O amor entre parceiros

January 13, 2018

O amor entre parceiros exige a renúncia ao nosso primeiro e mais profundo amor, o amor por nossos pais. Muitas vezes não identificamos este amor e racionalmente consideramos que já fizemos a renúncia e estamos “abertos” ao amor a um parceiro. Na prática, estamos envoltos na Lealdade invisível, a amor da criança por seus pais. O menino que não resolve seu apego-afetuoso ou rancoroso- à mãe, permanecendo sob seu domínio, poderá tornar-se um grande sedutor e amante, mas jamais será um homem que aprecie mulheres ou mantenha um relacionamento afetivo duradouro. Ele já tem seu grande amor.
Do mesmo modo, se a menina permanece na esfera de influência do amor paterno-afetuoso ou rancoroso – pode amar alguém mas terá dificuldades para se relacionar em igualdade de condições com um parceiro. Será sempre a “garotinha do papai” conquistando alguns homens mas não ficando com nenhum. Ela já tem seu grande amor. 
Para tornar-se homem, o menino precisa abandonar a primeira mulher de sua vida- a mãe- e reaproximar-se do pai. Para torna-se mulher, a menina precisa abandonar o primeiro homem de sua vida – o pai- e reaproximar-se da mãe.

 

 

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